Seja por sempre e em todas partes conhecido, adorado, bendito, amado, servido e glorificado o diviníssimo Coração de Jesus e o Imaculado Coração de Maria.

Pax Domini sit semper tecum

Item 4º do Juramento Anti-modernista São PIO X: "Eu sinceramente mantenho que a Doutrina da Fé nos foi trazida desde os Apóstolos pelos Padres ortodoxos com exatamente o mesmo significado e sempre com o mesmo propósito. Assim sendo, eu rejeito inteiramente a falsa representação herética de que os dogmas evoluem e se modificam de um significado para outro diferente do que a Igreja antes manteve. Condeno também todo erro segundo o qual, no lugar do divino Depósito que foi confiado à esposa de Cristo para que ela o guardasse, há apenas uma invenção filosófica ou produto de consciência humana que foi gradualmente desenvolvida pelo esforço humano e continuará a se desenvolver indefinidamente" - JURAMENTO ANTI-MODERNISTA

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Eu conservo a MISSA TRADICIONAL, aquela que foi codificada, não fabricada, por São Pio V no século XVI, conforme um costume multissecular. Eu recuso, portanto, o ORDO MISSAE de Paulo VI”. - Declaração do Pe. Camel.

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Ao negar a celebração da Missa Tradicional ou ao obstruir e a discriminar, comportam-se como um administrador infiel e caprichoso que, contrariamente às instruções do pai da casa - tem a despensa trancada ou como uma madrasta má que dá às crianças uma dose deficiente. É possível que esses clérigos tenham medo do grande poder da verdade que irradia da celebração da Missa Tradicional. Pode comparar-se a Missa Tradicional a um leão: soltem-no e ele defender-se-á sozinho”. - D. Athanasius Schneider

"Os inimigos declarados de Deus e da Igreja devem ser difamados tanto quanto se possa (desde que não se falte à verdade), sendo obra de caridade gritar: Eis o lobo!, quando está entre o rebanho, ou em qualquer lugar onde seja encontrado".- São Francisco de Sales

“E eu lhes digo que o protestantismo não é cristianismo puro, nem cristianismo de espécie alguma; é pseudocristianismo, um cristianismo falso. Nem sequer tem os protestantes direito de se chamarem cristãos”. - Padre Amando Adriano Lochu

"MALDITOS os cristãos que suportam sem indignação que seu adorável SALVADOR seja posto lado a lado com Buda e Maomé em não sei que panteão de falsos deuses". - Padre Emmanuel

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

PERÍODO MILITAR NO BRASIL: A SALVAÇÃO DA PÁTRIA

“Se a Pátria amada
For um dia ultrajada
Lutaremos sem temor


Marcos Delson da Silveira¹
Diante as ameaças à Soberania do Brasil, iniciou-se com Gen. Castello Branco em 1964 o Regime militar. Infelizmente, tão mal falado, tão injustiçado e tão criticado por jovens que desconhecem toda a história, isto é, conhecem meia-verdade e, por inferência, vivem meia-mentira. Eles conhecem a história dos livros de Ensino Médio, a história “escrita” pela mídia ou pronunciada por professores revolucionários e doutrinadores dos inúmeros Centros Universitários. O Regime militar (que não foi um golpe) foi à salvação do Brasil. Se não fosse a intervenção militar hoje seríamos Socialistas-Leninistas. O Brasil seguiria um modelo ideológico provado e comprovado pela história mentiroso, genocida, opressor... entre outros adjetivos piores do que estes que não ouso escrever aqui. Estaríamos seguindo um modelo político de países como a antiga União Soviética, Cuba, Coréia do Norte, Venezuela contemporânea e a China. Seríamos um modelo político imensamente pior do que o hodierno, imensamente mais corrupto e sanguinário do que o hodierno.
O leitor deve estar pensando: “Por que o autor escreveu no título: Período Militar no Brasil: A salvação da Pátria?” Carlos Marighella, em 1967, após participar da Organização Latino-América de Solidariedade (OLAS), em Cuba, rompeu com o PCB (Partido Comunista Brasileiro) e, no mesmo ano, escreveu uma carta apoiando as Resoluções da OLAS. Veja esse trecho da carta de Marighella retirado do livro “Rompendo o Silêncio” de Carlos Alberto Brilhante Ustra: “No Brasil há forças revolucionárias convencidas de que o dever de todo o revolucionário é fazer a revolução (...) A experiência da revolução cubana ensinou, comprovando o acerto da teoria marxista leninista, que a única maneira de resolver os problemas do povo é a conquista do poder pela violência das massas, a destruição do aparelho burocrático e militar do Estado a serviço das classes dominantes e do imperialismo, e a sua substituição pelo povo armado.” Sabemos o resultado da revolução cubana e, também, sabemos que não salvou, mas aprisionou o povo. Assim como a revolução marxista leninista iniciada na União Soviética que assassinou mais pessoas que o Nazismo. Porém, fundamentados por essa ideologia, surgiu no Brasil a Ação Libertadora Nacional (ALN) (sanguinária e revolucionaria) tendo como um dos seus líderes Carlos Marighella, que deu ensejo a outros grupos de mesmo teor ideológico e terrorista (a partir de 1968), como: “ação Libertadora Nacional (ALN), Ala Vermelha do PC do B, Comando de Libertação Nacional (COLINA), Movimento de Libertação Popular (MOLIPO), Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8), Movimento Revolucionário Tiradentes (MRT), Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR), Partido Comunista Revolucionário (PCR), Vanguarda Armada Revolucionaria Palmares (VAR-PALMARES), Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), Resistência Democrática (REDE) e outras”. Logo após a criação desses grupos guerrilheiros iniciou-se uma serie de atos de terror “assaltos a bancos, sequestros, assassinatos, ataques às sentinelas e radiopatrulhas, furtos e roubos de armas dos quartéis e muitos outros”. Iniciou no Brasil uma guerra “perigosa e suja, contra inimigos desconhecidos, militarmente treinados e dispostos a tudo, para implantar, no Brasil, uma ditadura de esquerda”.
É por consequência desse cenário que condicionaria o Brasil a um Golpe de Estado para implantar um regime Comunista leninista que foi cassado pela Câmara e pelo Senado o mandato de João Goulart – que estava na China na ocasião de assumir o mandato - e incorporado o Gen. Castello Branco. O Regime militar iniciou-se com a sublime missão de proteger o Brasil do Comunismo leninista que, se enraizado em nossa cultura, destruiria todos os nossos caros valores submergindo o Brasil numa ditadura sem precedentes e, talvez, sem fim. O Regime militar é, portanto, um período honroso da história e não vergonhoso como querem alguns meios de comunicação sem compromisso com a verdade. Foi um período duro, evidentemente, pois não é possível combater os crimes terroristas que estavam sendo cometidos nesse período distribuindo flores e cartas de amor. Uma guerra não se faz com abraços e beijos. Quem conhece um pouco de história, e a enxerga com senso crítico, sabe que existem guerras necessárias e guerras desnecessárias. A guerra desses grupos armados descrito no paragrafo acima era desnecessária, movidos por ódio e ideologias genocidas, mas a guerra travada pelo exercito brasileiro (e as forças armadas como um todo) foi totalmente necessária, afinal eles são da “Pátria a guarda, fieis soldados”... e se um dia a Pátria amada for ultrajada é missão lutar sem temor, como reza o Hino do Exército Brasileiro.
Porém, percebo em sala de aula, como professor de Filosofia, que a mentalidade dos alunos sofre: conseguiram sequestrar a mente dos jovens, explorar sua pureza, manipular os sentimentos transformando guerrilheiros, subversivos e terroristas em heróis da Pátria e, por obvia consequência, as forças armadas em assassinos, torturadores e corruptos. O exterrorista Theodomiro Romeiro dos Santos (Marcos) do PCBR – Partido Comunista Brasileiro Revolucionário – quando regressou do exterior foi recebido como herói. Ele foi condenado pela morte, com um tiro na nuca, do Sargento Valder Xavier de Lima. Os jovens usam camisa de guerrilheiros com Che Guevara. Foi montada uma farsa, uma verdadeira peça de teatro, desse período da história do Brasil. Hoje os terroristas e subversivos são vistos como pessoas que lutavam contra a ditadura e pela democracia. Assim, Theodomiro tornou-se um pobre indefeso que assassinou o agressor com um tiro na nuca. Quero enfatizar: o Exército brasileiro nesse período foi uma ferramenta divina que contribuiu para o aperfeiçoamento das instituições democráticas. E termino esse parágrafo com as palavras do na época Ministro Gen. Leônidas Pires Gonçalves, relata que o Exercito “jamais será atingido por palavras e atos retaliatórios por algum daqueles que ontem o obrigaram a sair de seus quartéis para que a Nação não trilhasse caminhos ideológicos indesejados pelo nosso povo”.
Sendo assim, convido o leitor a uma seria pesquisa sobre esse período do Brasil. Percebo, principalmente por meio do Whatsaap e de outras mídias de comunicação rápida, notícias mentirosa sendo divulgadas. Não reproduza o que você não sabe se é verdade. Não seja um “imbecil útil”, para usar as palavras de Olávio de Carvalho. Também confesso que esse artigo é um desabafo. Não suporto mais a corrupção política e moral do nosso País. Fico me interrogando seriamente quais seriam os efeitos positivos de uma intervenção nesse momento da história. Talvez o leitor não tenha percebido, mas o comunismo, o Terror vermelho, está de volta reformando o campo ideológico do Brasil. Mas agora utilizando a manipulação linguística como arma. A quase obrigatoriedade da Ideologia de gênero nas escolas (uma luta contra a natureza humana fortemente presente na União Soviética e no NAZISMO), distribuição de livros “infantis” para crianças de 6 a 8 anos que incentiva o incesto (“A triste história de Eredegalda” onde o Rei deseja casar-se com a filha), a exposição de arte do Banco Santander em Curitiba onde existem quadros de zoofilia, incesto, pornografia, pedofilia etc., a falta de credibilidade das Instituições públicas. Buscam descontruir novamente a sociedade para uma futura engenharia social. Parece-me o momento certo, antes que seja tarde demais, para que algo seja feito abruptamente freando de vez o mal que sobressai sobre o bem. Como bradou D. Pedro I: “Independência ou morte!”. Deixo aqui três sugestões de livro: “A rede do Terror” Claire Sterling, Rompendo o Silêncio e Verdade Sufocada do Carlos Brilhante Ustra.
Marcha da Família com Deus pela Liberdade em 19 de março de 1964. Resposta da população Católica contra os ideais comunistas de João Goulart.

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¹ Marcos Delson da Silveira, Católico, professor de Filosofia na rede pública estadual de Goiás, subsecretaria de Anápolis-Go, Autor dos livros: Brincando de Filosofar; Crivo e Sabrina na Cachoeira Encantada

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