"Ao final do CVII, me olhei no espelho e vi que era um Cardeal de uma religião para a qual não entrei" (Cardeal Ottaviani).
No tempo do pós-CVII, que criou a outra igreja, como disse
Gustavo Corção “São portanto duas as Igrejas atualmente governadas e servidas pela mesma hierarquia: a Igreja Católica de sempre, e a Outra.”, vemos nas redes, ditas sociais, manifestações
contra decisões tomadas pelos diretores da chamada Outra, que procuram aplicar
as resoluções acertadas na década de 60 para a criação da nova “religião”.
Dom Marcel Lefebvre várias vezes informou da Outra. Na Carta Aberta aos Católicos Perplexos, em que falava sobre a situação do Batismo,
Casamento, Penitência e Extrema-Unção, vemos uma definição de cada Sacramento
acima, na visão da nova religião.
Outro documento interessante é o Para continuar sendo católico teria que se tornar protestante? Do mesmo prelado: “Esse espírito de
ecumenismo não católico foi o
instrumento do qual mãos misteriosas se serviram para tentar quebrar e
perverter a doutrina ensinada desde os tempos evangélicos até nossos dias,
doutrina pela que correu e segue correndo tanto sangue de mártires.”
Para muitos na celebração que chamam de missas, fazem tudo o que é profano, pelos ditos sacerdotes e os seus “ministros extraordinários”, alguns fiéis que lamentam as abominações que praticam, mas esquecem que tudo é permitido nesse rito paulino.
Para muitos na celebração que chamam de missas, fazem tudo o que é profano, pelos ditos sacerdotes e os seus “ministros extraordinários”, alguns fiéis que lamentam as abominações que praticam, mas esquecem que tudo é permitido nesse rito paulino.
Não há profano, nem sacrilégio, o rito paulino permite, pois
é uma adaptação pela Outra do rito de Cranmer e do culto luterano de Martinho Lutero. Por tanto, a comunhão na mão é válida, as músicas protestantes e
protestanizadas são válidas, não ajoelhar na consagração é válido, usar
mini-roupas é válido, o uso de ministros extraordinários para distribuir a
hóstia é válido, até podem celebrar pseudos-eucaristias, o relativismo é
válido, a negação dos dogmas é válido, comunhão a divorciados, recasados, a gays,
a união homossexual, a maçonaria, o comunismo, o uso de clerimam por seus
sacerdotes e até mesmo a utilização de roupas comuns sem nenhuma indicação, a
adoração de Buda, Maomé tudo é válido na Outra religião, além de permitir
cultos e a não necessidade de conversão para frequentar a sua “religião” é
permitido e agora o estudo para a possibilidade de diaconisas.
O Francisco está certo, ele apenas está aplicando o que foi
discutido e documentado na década de 60, que ao longo dos últimos cinquenta
anos foram inseridos para a criação da nova religião. Errados são os
cristãos que acreditam em Jesus Cristo e na sua Igreja e seguem a Religião de
Deus.
Foi criado um monstro, uma quimera, mas o Francisco está
certo em querer aplicar tudo a sua nova religião ou a "Outra" conforme Corção.

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