"Alegremo-nos todos no Senhor, neste dia em que celebramos a festa em honra de Sant'Ana."
Duplo de II
classe – Param. brancos
O culto de Sant’Ana e o de São Joaquim, já se manifestava no Oriente no
Século VI. No Ocidente à Mãe de Maria propagou-se no Século VIII e a festa em
sua honra foi introduzida por Gregório XIII em 1584.
Segundo o Proto-Evangelho de São Tiago, Sant’Ana é filha de Matã,
sacerdote da tribo de Levi. Foi dada por esposa a Joaquim, descendente da família
real de Davi. Não tendo filhos, os dois santos esposos distribuíram suas
riquezas aos pobres. Em prêmio de tal renúncia, tiveram o dom incomparável de
se tornarem os pais da Santíssima Virgem, que foi Mãe de Jesus (Or., Secr., Pós-com.), “o tesouro
escondido” e a “perola preciosa”, concedida por Deus à humanidade (Ev.).
Alegramo-nos e cantemos louvores a Sant’Ana (Intr.) que mereceu do Senhor favores tão grandes, tornando-se
abençoada para sempre (Al., Com.) e
participante do cortejo nupcial de Jesus (Of.).
Vejamos nela a mulher forte e o modelo das mães cristãs; modelo do amor de
Deus, na modéstia, na ótima educação dos filhos, na diligência e cuidado pela
casa (Lição), na justiça e na bondade
(Gr.).
Missal Romano
Quotidiano – Latim/Português - 1959

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