“O espírito do Senhor pousou sobre mim e me consagrou:
mandou-me levar a Boa Nova aos pobres e consolar os aflitos de coração.”
Duplo – Param. brancos
Príncipe
do foro de Nápoles, renunciou às glórias mundanas (Of.) e depôs a espada de cavaleiro aos pés da Virgem, da qual se tornou
cavaleiro e cantor apaixonado.
É o maior
moralista católico. Para completar a educação espiritual do povo humilde,
escreveu inúmeras obras religiosas e fundou entre as maiores oposições a Congregação
do Santíssimo Redentor (Or.), cuja
finalidade é a de pregar e instruir na religião os montanheses e a gente da
aldeia (Intr., Ep., Ev.). Eleito
Bispo de Santa Águeda dos Godos (Benevento), edificou, com o exemplo de sua
vida caritativa e penitente, o povo e o clero (Gr., Com.). Morreu em Nocera dei Pagani (Salerno) em 1787 com
noventa e um anos, sem jamais manchado a consciência com um pecado grave.
Costumava dizer: “Quem reza se salva, quem não reza se condena”.
No mesmo
dia comemora-se Santo Estevão I, Papa
e Mártir. Romano de origem, governo a Igreja no tempo dos imperadores Valeriano
e Galieno. Foi defensor incansável da tradição eclesiástica, sustentando ser
válido o batismo conferido pelos hereges. Padeceu em martírio em 257.
Missal Romano
Quotidiano – Latim/Português – Edições Paulinas 1959

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