“São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, para não perecermos no
dia do terrível juízo”.
São Miguel, o Arcanjo de Deus na batalha
contra Satanás e os anjos rebeldes (Apoc 12,7-8), o guarda do corpo de Móisés
(Jd 9), o defensor de Maria Santíssima (Apoc 12, 5-6), é o primeiro Anjo
honrado pelos fiéis e invocado como médico. Seu culto litúrgico é encontrado no
Oriente desde o início do século IV; no Ocidente, já aparece algumas décadas
após. No século VI, em Roma, celebrava-se o aniversário da dedicação da igreja
de São Miguel, na Vila Salária; foi ela que, mais tarde, deu origem à festa
atual.
Neste dia São Miguel é honrado como “o príncipe
da milícia celeste” e, por isso, a liturgia da Missa (Intr., Or., Gr., Ev., Secr. e Com.) e do Breviário entendem
festejar também todos os Anjos.
A São Miguel atribuem-se três funções: a)
de guiar e conduzir as almas ao céu (Of.
Missa dos Defuntos), depois de tê-las pesado na balança da justiça divina;
b) de defender a Igreja e o povo cristão (Al.);
c) de presidir no céu oculto de adoração à SSma. Trindade e oferecer a Deus as
orações dos Santos e dos fiéis.
Missal Romano Quotidiano – Latim/Português - Edições Paulinas 1959A

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