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30/04/2018

Contra o celibato sacerdotal

“Os Padres estariam menos acessíveis porque teriam que cuidar da esposa e dos filhos”

La Cigüeña de la Torre

Por Francisco José Fernández de La Cigoña

Sabemos não ser um dogma de fé mas uma norma para o melhor trabalho pastoral.
Não falta quem pensa, creio pessoalmente e com razão, que o que dizem que a ordenação de viri probati na Amazônia não seria mais que uma experiência que logo estenderia por todo a Igreja. Muito em linha com que alguns asseguram ser a estratégia de Francisco. Promover mudanças aos poucos, uma coisa aqui, outra ali para não causar reações contrárias e quando notarem toda a mudança já foi realizada e sem nenhuma resistência. 

Semelhante à comunhão dos divorciados, dos protestantes, da beatificação de Lutero, da bondade dos maus e da maldade dos bons?
O Bispo alemão Bode (Franz-Josef Hermann Bode), um dos piores por sinal, de Osnabrück, já manifestou que: o que o Papa conceder ao Brasil os bispos alemães pedirão para a Alemanha. Levando, com isso, em pouco tempo, ao desaparecimento do celibato.

Em com ele muito mais. Os Padres estariam menos acessíveis porque teriam que cuidar da esposa e dos filhos e ainda, se possível, quando falecessem, deixar a família amparada. Se temos atualmente escândalos sacerdotais, eles aumentariam consideravelmente, adicionando aos da esposa e dos filhos. A esposa do Pároco Fulano surpreendida em um motel com um catequista. O filho do pároco Beltrano preso por tráfico de drogas. A filha do Padre Ciclano estreia como atriz pornô...
Então, veremos quem os dariam meios de subsistência. Uma família não vive com proventos de um solteiro. E na Amazônia, que possui apenas 100 dioceses, com menos recursos que as da Espanha. E menos ainda terão, pois ante ao fim do celibato, doações serão usadas para manter as novas famílias e nada para as Paróquias.

E para terminar, não deixaria de ser curioso que o Papa jesuíta, que colocou no corredor da morte as ordens e congregações religiosas, hoje sem vocações, aboliria o celibato e na sociedade supersexualizada, desapareceria totalmente, em pouco tempo, as mínimas vocações que ainda possam existir.
É o que virá, se permitirem na Amazônia o fim do celibato. O pior é que existem aqueles que ansiosamente esperam, não só por isso, mas por outras mudanças mais ousadas. O que eles realmente querem? Porque os resultados são vistos apenas por cegos. Concessões após concessões levaram ao protestantismo. Será que procuram o mesmo resultado?

Tradução: Blog Salve Regina!
Artigo Original: https://infovaticana.com/blogs/cigona/contra-el-celibato-sacerdotal/

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