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08/07/2018

VII Domingo depois de Pentecostes


“Guardai-vos dos falsos profetas: eles se aproximam de vós com vestidos de ovelhas mas por dentro são lobos rapaces”

Duplo – Param. Verdes

O cristão, no Batismo, morreu com Jesus Cristo e ressurgiu à vida da graça (Ep.); deve, por isso, procurar incessantemente tornar-se semelhante ao Mestre Divino e viver sua vida, crucificando cotidianamente “o homem velho com todos os seus vícios e concupiscências” e fazendo boas obras. Pelos frutos se conhece a árvore boa ou má; pelas obras se distinguem os verdadeiros dos falsos cristãos (Ev.), isto é, os verdadeiros discípulos de Jesus Cristo dos falsos. Tudo o que conduz ao pecado, à impureza, ao egoísmo, à indiferença religiosa, não provém de Deus, não conduz a Deus e é necessário evitá-lo e fazê-lo evitar.

Aproximemo-nos de Jesus com amor e temor (Gr.), oferecendo-lhe o hino jubiloso de nossa oração (Intr., Al.) e dos nossos sacrifícios e mortificações (Of., Secr.). E Ele apressar-se-á a libertar-nos (Com.) de tudo o que é nocivo (Or., Pós-com.) e a prodigalizar-nos os abundantes auxílios de sua graça (Or., Secr.).

Missal Romano – Quotidiano – Latim/Português – Edições Paulinas 1959

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