“Sua face brilha de majestade e de glória: de
santidade e de magnificência está repleto o seu tabernáculo”
Duplo de II classe – Param. Vermelhos
São Lourenço era o primeiro dos sete diáconos adidos à
Igreja de Roma (Ev., Com.) e tinha o
ofício e assistir o Pontífice (então São Sixto II) na celebração dos divinos
mistérios, de distribuir a Eucaristia e administrar os bens da Igreja (Ep.). Tendo-lhe imposto o prefeito de
Roma que entregasse todas as riquezas da Igreja, Lourenço que já tinha
distribuído em obras de caridade, fez passar diante do tirano uma fila imensa
de pobres e disse-lhe: “Eis os tesouros da Igreja”. Preso, foi condenado a um
martírio lento e doloroso, terrível: amarrando sobre uma grelha de ferro, foi
queimado a fogo lento (Or., Or.). O Aleluia faz menção da cura miraculosa do
cego Crescêncio. O Introíto e o Ofertório aludem à suntuosa e importante
basílica de São Lourenço “al Verano”, dedicada ao célebre Mártir Romano e
padroeiro da cidade, ao lado de São Pedro e São Paulo.
O Santo oferece heroicos exemplos de fortaleza e de
constância na profissão de fé, no meio dos mais cruéis tormentos e de heroica
alegria no sofrimento. Peçamos-lhe a graça de poder “extinguir a chama de
nossos vícios” (Or.).
Missal Romano Quotidiano – Latim/Português –
Edições Paulinas 1959

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