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30/09/2018

XIX Domingo depois e Pentecostes



“Sou eu a salvação de meu povo, diz o Senhor”


Duplo – Param. verdes

As partes corais da Missa recordam a liturgia da festa de São Cosme e Damião (27 de setembro).

A vida presente é preparação ao banquete nupcial e beatifico do céu, ao qual são chamados todos os homens. Os Sacerdotes, fiéis à ordem do rei (Deus), pregam o Evangelho (Al.) e impelem a todos, bons e maus, a entrar na sala do banquete, entregando a cada um o bilhete de ingresso, isto é, o Batismo. Para tomar parte das núpcias e no prêmio eterno é necessário a veste nupcial da graça (Ev.). Portanto, durante a vida, confiando no auxílio divino (Intr.), devemos despojar-nos do homem velho e “revestir-nos do homem novo”, Jesus Cristo, produzindo frutos “de justiça, santidade e verdade” (Ep.). Do contrário, após a morte seremos “lançados nas trevas eternas, onde haverá choro e ranger de dentes” (Ev.).

Missal Romano Quotidiano – Latim/Português – Edições Paulinas 1959

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