“Sou eu a salvação de meu
povo, diz o Senhor”
Duplo – Param. verdes
As partes corais da Missa
recordam a liturgia da festa de São Cosme e Damião (27 de setembro).
A vida presente é preparação
ao banquete nupcial e beatifico do céu, ao qual são chamados todos os homens.
Os Sacerdotes, fiéis à ordem do rei (Deus), pregam o Evangelho (Al.) e impelem a todos, bons e maus, a
entrar na sala do banquete, entregando a cada um o bilhete de ingresso, isto é,
o Batismo. Para tomar parte das núpcias e no prêmio eterno é necessário a veste
nupcial da graça (Ev.). Portanto,
durante a vida, confiando no auxílio divino (Intr.), devemos despojar-nos do homem velho e “revestir-nos do
homem novo”, Jesus Cristo, produzindo frutos “de justiça, santidade e verdade”
(Ep.). Do contrário, após a morte
seremos “lançados nas trevas eternas, onde haverá choro e ranger de dentes” (Ev.).
Missal Romano Quotidiano –
Latim/Português – Edições Paulinas 1959

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