"Minh'alma, bendize ao Senhor! E todas as coisas que há em mim,louvem seu santo nome."
Duplo – Param. vermelhos
Estação
de São Pedro
O último dia da festa do Espírito
Santo relembra o jejum das Têmporas, as sagradas ordenações e a oferenda das primícias
da colheita.
A primeira Leitura diz respeito ao Pentecostes; a segunda, a terceira e a quarta, ao
jejum; a quinta (idêntica em todos os
sábados das Têmporas) narra o milagre que conservou ilesos os três jovens lançados
na fornalha ardente; a sexta volta ao
pensamento do Pentecostes, mas pode-se aplicar também aos néo-sacerdotes que
recebem neste dia uma abundante efusão do Espírito Santo e o poder de sanar
toda moléstia espiritual e de propagar o reino de Deus (Ev.).
No fim do Tempo Pascal e da Oitava
de Pentecostes, a Igreja faz-nos algumas recomendações:
a) agradecer ao Espírito Santo
todos os dons e bens celestes que nos dispensou com tanta liberdade;
b) ser sempre fiéis às inspirações
e aos movimentos do Paráclito que são misteriosos, íntimos e diversos em cada
cristão (Com.);
c) aproximar-se da Comunhão no
tempo das aridezes, porquanto o fervor sensível e o gozo espiritual não são
requeridos para receber Jesus Eucarístico. Neste caso o Salvador esconde-se
temporariamente, mas nos ama da mesma maneira, muito mais até. Na oração e nas
ações de cada dia “é bom procurar não tanto o nosso gosto, mas o de Deus” (Card. Shuster).
Tempo de: Jejum e abstinência parcial
“Missal Romano Cotidiano
Latim-Português – Edições Paulinas – 1959”

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