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| Batismo de Cristo 1481-1483. Pietro Perugino |
“Vi o espírito descer do
céu em forma de pomba, e repousar sobre ele. E eu não o conhecia, mas o que me
mandou batizar em água, disse-me: Aquele, sobre quem vires descer e repousar o
Espírito, esse é o que batiza no Espírito Santo.”
Duplo maior – Param. brancos
É festa instituída em 1955, após ter sido
suprimida a Oitava da Epifania.
O objeto da celebração litúrgica deste dia
é o Batismo de Jesus (Ev) e, secundariamente,
o nosso batismo espiritual para a vida da graça.
A segunda manifestação do Unigênito Filho
de Deus (Secr.) que a revestiu da
natureza de nossa carne (Or.),
realizou-se nas águas do Jordão, por ocasião de seu Batismo, recebido das mãos
de S. João Batista (Ev.). Jesus
assumiu a natureza do homem pecador e se fez de tudo semelhante a nós, exceto no
pecado (Or.).
A manifestação de Jesus por ocasião do seu
Batismo torna-se uma constante atualidade na Comunhão, mediante a qual o
Salvador enche a alma de sua própria vida e de seu Espírito, dirige-se com o
celeste esplendor de seus exemplos (Pós-com.)
e incorpora-a a si mesmo até torna-se uma só coisa com ela.
Esta
festa não se celebra se for Domingo.
Missal Romano Quotidiano – Latim/Português –
Edições Paulinas 1959

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