"A maior das tentações é não ter tentações. Quase se pode dizer que somos felizes de ter tentações".
Assim como o bom soldado não tem medo do
combate, assim também o bom cristão não deve ter medo da tentação.
Todos os soldados são bons em guarnição. É no campo de batalha
que se faz a diferença dos corajosos e dos covardes.
A maior das tentações é não ter
tentações. Quase se pode dizer que somos felizes de ter tentações. É o momento
da colheita espiritual em que ajuntamos para o céu. É como no tempo da ceifa: a
gente se levanta de manhã bem cedo, dá-se muito trabalho, mas não se queixa
porque junta muito.
O demônio só tenta as almas que querem sair do pecado e as que
estão em estado de graça. As outras são dele, ele não precisa tentá-las.
Se estivéssemos bem penetrados da santa
presença de Deus, ser-nos-ia facílimo resistir ao inimigo. Com este pensamento
“Deus te vê”, nós não pecaríamos nunca.
Havia uma santa que se queixava a Nosso
Senhor depois da tentação e lhe dizia: “Onde estáveis, então, meu Jesus
amabilíssimo, durante essa horrível tempestade?” Nosso Senhor respondeu-lhe:
“Eu estava no meio do teu coração, gostando de te ver combater”.
Um cristão deve sempre estar pronto para
o combate. Assim como em tempo de guerra há sempre sentinelas colocadas aqui e
acolá para ver se o inimigo se aproxima, assim também devemos estar sempre
alerta para ver se o inimigo nos arma ciladas e se nos vem surpreender.
São João Maria Vianney

Se o texto se refere a tentações extrinsecas, como aquelas que teve Nosso Senhor Jesus Cristo - então está certo. Mas se se refere a tentações intrínsecas-então está completamente errado, porque este tipo de tentações SÓ PROVA A FRAQUEZA MORAL.
ResponderExcluirAlberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral -Lisboa