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05/08/2018

XI Domingo depois de Pentecostes

“Deus habita em seu santuário: ele acolhe em sua casa os que amam a paz, e dá força e coragem ao seu povo”


Duplo – Param. Verdes

A bondade infinita de Deus para com o homem ultrapassou até os nossos desejos, concedendo-nos também o que não merecíamos (Or.). Para dar remédios ao pecado original e a todas as suas consequências e para restituir-nos a justiça primitiva, Jesus Cristo encarnou-se, morreu e ressuscitou, deu os Sacramentos, revelou as verdades eternas (Ep.) e instituiu a Igreja. Devemos, portanto, elevar a Deus um hino de louvor, de alegria e de gratidão (Intr., Gr., Of.) e, como sinal de nossa servidão e de nossa vassalagem, devemos prestar-lhe, como surdo-mudo, os parentes a multidão (Ev.), o culto que lhe é devido, embora sejamos de irrisão aos maus. É necessário que vençamos o respeito humano, a vergonha de frequentar as funções religiosas, de rezar e fazer um público o sinal da cruz.

Missal Romano Quotidiano – Missal Latim/Português – Edições Paulinas 1959

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