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15/09/2018

15 de setembro - As Sete Dores de Nossa Senhora


“Junto à cruz de Jesus, estava de pé sua Mãe, com a irmã de sua Mãe, Maria de Clêofas, Salomé e Maria Madalena”


Duplo de II classe – Param. brancos

Esta segunda festa em honra da Virgem Dolorosa já era celebrada solenemente pelos Servitas desde séculos. Em 1817, para recordar os sofrimentos da Igreja e do Papa, Pio VII que fora exilado por Napoleão, estendeu a festa para toda a Igreja, em agradecimento a Virgem pela sua libertação.

O número das dores de Maria, a princípio muito discutido, foi aceito por todos em 1500 e assim agrupado: 1) a profecia de Simeão, 2) a fuga para o Egito, 3) a perda de Jesus no Templo, 4) o encontro de Maria com Jesus no caminho do Calvário, 5) a Crucifixão, 6) deposição de Jesus, 7) a sepultura de Jesus.

As sete dores são o objeto desta festa, não enquanto foram causa dos sofrimentos de Maria, caráter da festa celebrada na semana da Paixão, mas enquanto serviram para a glória e o triunfo da Virgem.

Maria é a Co-redentora do gênero humano, porque foi associada realmente à nossa Redenção.

Meditemos frequentemente nas dores de Maria, nossa Mãe, sofridas voluntariamente por nosso amor e por nossa causa. A compaixão para com a Virgem Dolorosa se demonstra com a resignação nas provas e com o ódio ao pecado. As sete espadas que transpassaram o Coração Imaculado da Virgem são o símbolo dos sete vícios capitais.

No mesmo dia comemora-se São Nicomedes, Mártir.

Missal Romano Quotidiano – Latim//Português – Edições Paulinas 1959

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