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23/09/2018

XVIII Domingo depois de Pentecostes


“Dai a vossa paz, ó Senhor, àqueles que em vós confiam, para que se manifeste verdadeira a palavra de vossos profetas”


Duplo – Param. verdes

Antigamente este Domingo era alitúrgico, porque a celebração noturna do sábado precedente, em que se efetuava a consagração dos novos ministros, ocupava o lugar da Missa festiva. Introduzida mais tarde para preencher a lacuna do Domingo vacante, as partes corais da liturgia deste dia aludem à dedicação de uma igreja (Sec. VI), talvez a Dedicação de São Miguel Arcanjo. A Epístola refere-se a segunda vinda do Salvador, o Evangelho faz menção dos novos Sacerdotes que receberam o poder de perdoar os pecados.

Alegremo-nos por termos possibilidade de frequentar a igreja, onde podemos oferecer com o Sacerdote o Sacrifício da Cruz, em que adoração e expiação (Of., Com.), em ação de graças e propiciação (Ep.); onde podemos obter o perdão dos pecados mediante a Confissão e aproximar-nos da Sagrada Mesa. Agradeçamos a Jesus tamanha bondade e tornemo-nos sempre mais dignos destas graças (Pós-com.).

Missal Romano Quotidiano – Latim/Português – Edições Paulinas 1959

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