“Dai a vossa paz, ó Senhor, àqueles que em vós
confiam, para que se manifeste verdadeira a palavra de vossos profetas”
Duplo – Param. verdes
Antigamente este Domingo era alitúrgico, porque a celebração
noturna do sábado precedente, em que se efetuava a consagração dos novos
ministros, ocupava o lugar da Missa festiva. Introduzida mais tarde para
preencher a lacuna do Domingo vacante, as partes corais da liturgia deste dia
aludem à dedicação de uma igreja (Sec. VI), talvez a Dedicação de São Miguel
Arcanjo. A Epístola refere-se a
segunda vinda do Salvador, o Evangelho
faz menção dos novos Sacerdotes que receberam o poder de perdoar os pecados.
Alegremo-nos por termos possibilidade de frequentar a
igreja, onde podemos oferecer com o Sacerdote o Sacrifício da Cruz, em que
adoração e expiação (Of., Com.), em
ação de graças e propiciação (Ep.);
onde podemos obter o perdão dos pecados mediante a Confissão e aproximar-nos da
Sagrada Mesa. Agradeçamos a Jesus tamanha bondade e tornemo-nos sempre mais
dignos destas graças (Pós-com.).
Missal Romano Quotidiano – Latim/Português –
Edições Paulinas 1959

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