“Vinde, adoremos a Deus:
prostremo-nos diante do Senhor e arrependamo-nos diante dele que nos criou,
pois ele é o Senhor nosso Deus.”
Simples – Param. roxos
Estação em São Pedro
A liturgia da Missa recorda de novo as duas solenidades que
os hebreus celebravam no sétimo mês do ano religioso: a festa da Expiação (I
Lição) e a festa dos Tabernáculos, que durava oito dias e na qual o povo judeu
habitava sob tendas recobertas de palmas e outros ramos de árvores (II Lição,
Com.).
O rito da expiação era figura do Sacrifício da Cruz, que
ofereceu, de uma vez por todas, a expiação total e a perfeita reparação do
pecado e estabeleceu a aliança entre Deus e o homem (Ev.).
O Evangelho mostra a paciência do Salvador, ajudando o
pecador com inspirações contínuas e suportando-o com longanimidade, não
obstante sua resistência à graça. A III, IV e V Lição falam de sua infinita
misericórdia no perdoar e proteger os que se arrependem dos próprios pecados.
A verdadeira conversão e a verdadeira penitência consistem
na prática dos mandamentos de Deus, prática esta que encerra a devoção e o amor
efetivo por Jesus (Secr.) os quais preparam a união eterna do céu (Pós-com.).
Hoje realizam-se as sagradas ordenações. Elevemos a Deus e à
Virgem preces e mortificações pelos novos ministros.
Missal Romano Quotidiano – Latim/Português –
Edições paulinas 1959

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