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18/03/2018

Domingo da Paixão


“Senhor, olhai com clemência para a vossa família: governai-a com liberalidade nas coisas corporais, e defendei-a com vossa proteção nas coisas espirituais”.


Duplo de I classe – Param. roxos
Estação em São Pedro

Na noite entre o Sábado e Domingo, na basílica de São Pedro, eram conferidas as Sagradas Ordens. A estação hoje, na basílica Vaticana, é uma recordação desta função.

Estão próximos os dias comemorativos da paixão e Morte, nos quais Jesus, na qualidade de Sacerdote eterno e Mediador universal, ofereceu-se a si mesmo em sacrifício ao Eterno Pai pela redenção dos homens (Ep.). A liturgia de hoje descreve o Salvador tomado da mais suplicante angústia (Intr.), e o ódio implacável que, iniciado com Herodes – quando quis matá-lo ainda criança (Trato) – culminou no fim do terceiro ano de sua vida pública, quando os judeus espeitavam todas “as ocasiões para prendê-lo” e faze-lo morrer (Ev.). E Jesus, confiante no Pai, pede lhe seja poupada a dura prova da Paixão que repugna à sua natureza humana (Gr.) e seja ele exaltado com a glória da ressurreição (Intr.).

A partir de hoje até a Quinta-feira Santa, nas Missas do Tempo da Paixão omitem-se o Salmo Iudica me e o Glória Patri do Introito e do Lavabo.

Missal Romano Quotidiano – Latim/Português – Edições Paulinas 1959

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