muito fraco. O demônio quer fazer-me vacilar. Mãe do céu, ajudai-me, para que, como vós, eu não murmure e não me queixe, mas reconheça no sofrimento uma prova do amor de Deus.”
Dia 15 de novembro de 1049, sofrendo de modo especial, rezou em sua cela, diante de um quadro de Nossa Senhora, por quem tinha uma devoção especial. Em seu coração, nasceu a prece: “Salve, Rainha, Mãe de misericórdia, vida, doçura e esperança nossa, salve! A vós bradamos, os degredados filhos de Eva. A vós suspiramos, gemendo e chorando neste vale de lágrimas”. Pouco depois, entrou em sua cela o irmão enfermeiro. Germano manifestou-lhe o desejo de ir à capela, dedicada a Nossa Senhora. Ali, continuou sua meditação e prece. Rezou: “Eia, pois, advogada nossa, esses
vossos olhos misericordiosos a nós volvei; e, depois deste desterro, mostrai-nos Jesus, bendito fruto do vosso ventre, ó clemente, ó piedosa, ó doce Maria!” A expressão “sempre virgem” – “ó doce sempre Virgem Maria” – foi acrescentada mais tarde.
A partir daí, multidões de fiéis passaram a rezar essa oração, que se
tornou uma das mais populares preces marianas. Mereceu até um belíssimo livro, Glórias de Maria, de Santo Afonso de Ligório, bispo, fundador da Congregação Redentorista e doutor da Igreja.
Fonte: Livro “Com Maria, A Mãe de Jesus”, de Dom Murilo S.R.Krieger, scj (pág. 204) extraído do site "Maria Mãe da Igreja": http://www.mariamaedaigreja.net/
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