Não fosse a Fraternidade São Pio X, uma obra fundada na Santa Igreja, enaltecida por diversas Congregações da Cúria Romana e supressa arbitrariamente, não haveria nenhuma dessas missas tradicionais concedidas pelos ordinários locais como em Goiânia, Brasília e alhures, missas estrategicamente toleradas só para enfraquecer o combate travado pela Fraternidade.
Negar tudo isso é covardia, respeito humano, hipocrisia.
É claro que não nos compete fomentar polêmicas teológicas através da Internet, mas incumbe-nos dar testemunho da nossa fé, defender a verdade e a justiça. Nenhum católico está obrigado a aceitar Fiducia supplicans, Amoris laetitia, a nova teologia sobre o judaísmo pós-bíblico, que diz que os judeus não precisam converter-se ao cristianismo e outros erros mais.
Nisso consiste a autêntica nobreza cristã, que não tolera a duplicidade.
Rezemos sempre pela Igreja.

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