Seja por sempre e em todas partes conhecido, adorado, bendito, amado, servido e glorificado o diviníssimo Coração de Jesus e o Imaculado Coração de Maria.

"Roma perderá a Fé e se tornará a sede do Anticristo"

Nossa Senhora em La Salette

Attende Domine, et miserere, quia peccavimus tibi.

Pax Domini sit semper tecum

Item 4º do Juramento Anti-modernista São PIO X: "Eu sinceramente mantenho que a Doutrina da Fé nos foi trazida desde os Apóstolos pelos Padres ortodoxos com exatamente o mesmo significado e sempre com o mesmo propósito. Assim sendo, eu rejeito inteiramente a falsa representação herética de que os dogmas evoluem e se modificam de um significado para outro diferente do que a Igreja antes manteve. Condeno também todo erro segundo o qual, no lugar do divino Depósito que foi confiado à esposa de Cristo para que ela o guardasse, há apenas uma invenção filosófica ou produto de consciência humana que foi gradualmente desenvolvida pelo esforço humano e continuará a se desenvolver indefinidamente" - JURAMENTO ANTI-MODERNISTA

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Eu conservo a MISSA TRADICIONAL, aquela que foi codificada, não fabricada, por São Pio V no século XVI, conforme um costume multissecular. Eu recuso, portanto, o ORDO MISSAE de Paulo VI”. - Declaração do Pe. Camel.

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Ao negar a celebração da Missa Tradicional ou ao obstruir e a discriminar, comportam-se como um administrador infiel e caprichoso que, contrariamente às instruções do pai da casa - tem a despensa trancada ou como uma madrasta má que dá às crianças uma dose deficiente. É possível que esses clérigos tenham medo do grande poder da verdade que irradia da celebração da Missa Tradicional. Pode comparar-se a Missa Tradicional a um leão: soltem-no e ele defender-se-á sozinho”. - D. Athanasius Schneider

"Os inimigos declarados de Deus e da Igreja devem ser difamados tanto quanto se possa (desde que não se falte à verdade), sendo obra de caridade gritar: Eis o lobo!, quando está entre o rebanho, ou em qualquer lugar onde seja encontrado".- São Francisco de Sales

“E eu lhes digo que o protestantismo não é cristianismo puro, nem cristianismo de espécie alguma; é pseudocristianismo, um cristianismo falso. Nem sequer tem os protestantes direito de se chamarem cristãos”. - Padre Amando Adriano Lochu

"MALDITOS os cristãos que suportam sem indignação que seu adorável SALVADOR seja posto lado a lado com Buda e Maomé em não sei que panteão de falsos deuses". - Padre Emmanuel

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Os Papas 7ª Parte: Do Papa Valentino ao Papa Anastácio III (827 a 913)

100- Papa Valentino (827) – Seu pontificado durou apenas quarenta dias. A sua consagração foi acolhida com grandes manifestações de júbilo pelo seu caráter bondoso.

101- Papa Gregório IV (827-844)Mandou fortificar as muralhas de Roma, perante a ameaça dos muçulmanos (designados como sarracenos). Contribuiu para o desenvolvimento arquitetural de Roma e promoveu a celebração do dia de todos os santos.


102- Papa Sérgio II (844-847)Papa Sérgio II, natural de Roma. De origem nobre, pertencia a uma família que deu dois papas à Igreja. Sob o seu pontificado, os muçulmanos assediaram Roma, saqueando certos locais e várias igrejas, entre as quais a Basílica de São Pedro. Os sarracenos foram derrotados definitivamente em Gaeta. Recompôs as escadas do "Pretorium" (Escadaria Santa).

103- Papa São Leão IV (847-855) - Fortificou com altas muralhas a colina do Vaticano e a zona em torno da basílica de S. Pedro, que tinha sido saqueada pelos sarracenos, criando a cidade Leonina. Foi o primeiro pontífice que pôs data nos documentos oficiais.

104- Papa Benedito III (855-858)Estava em oração em sua igreja, quando o povo de Roma o foi buscar em procissão e trouxe-o, relutante, para ser Papa. Apareceu depois o Antipapa Anastácio III, já afastado por Leão IV, mas que voltava agora, apoiado pelo belicoso conde de Vubbio. Bento foi preso, despojado de suas insígnias e maltratado, mas o povo repudiou violentamente o intruso, que, vencido e preso, teve válido defensor no manso e humilde Bento. Muitos cronistas de seu tempo descrevem-no como homem de grande inteligência, moderação e energia, dotado de vitalidade exuberante e incrível doçura até para com seus inimigos.

105- Papa São Nicolau I, o Grande (858-867) - É lembrado por ter consolidado o poder e a autoridade papal , tendo reivindicado para o papa o poder supremo para ensinar e governar, subordinando a todos. Foi um dos mais notáveis papas dos primórdios da Idade Média, seus contemporâneos o consideravam um profeta. A par de São Leão Magno e de São Gregório Magno, o Papa Nicolau I, recebeu o nome de Magno.

106- Papa Adriano II (867-872) Conhecido por ser caridoso e amável, descendente de uma família romana que já havia dado dois pontífices à Igreja (Estevão III e Sérgio II). Adriano já tinha setenta e cinco anos, e já em duas ocasiões tinha recusado a nomeação. Casou-se antes de receber as ordens sagradas. Coroou Alfredo, o Grande, Rei da Inglaterra (que foi o primeiro soberano inglês abençoado em Roma). Convocou o Oitavo Concílio Ecumênico, em Constantinopla. Enviou São Cirilo e São Metódio para pregarem aos eslavos. Deu permissão para celebrar a liturgia na língua eslava.

107- Papa João VIII (872-882) - Insistiu na disciplina e na piedade.

108- Papa Marino I (882-884) - Acredita-se que morreu envenenado, depois de ter querido acalmar as desavenças italianas.

109- Papa São Adriano III (884-885)Cronistas guibelinos acreditam que tenha sido apunhalado enquanto dormia a mando do Duque de Espolêto e do Conde de Ferrara.

110- Papa Estéfano VI (885-891)Estêvão teve que enfrentar tempos complicados, com fome generalizada provocada por uma seca e pragas de gafanhotos; como o tesouro papal estava vazio, teve que recorrer à riqueza do seu pai para socorrer os pobres, redimir cativos e reparar igrejas. Foi despojado da insígnia pontifica, foi encarcerado e estrangulado.

111- Papa Formoso (891-896) Enquanto era cardeal, foi excomungado por João VIII por ter coroado Arnulfo como rei da Itália. A ele se deve a conversão dos búlgaros. Desordens políticas na França, Alemanha e Itália prejudicaram a Igreja, durante o seu pontificado. Nove meses após a sua morte, o cadáver de Formoso foi exumado da cripta papal para ser julgado perante um Sínodo do Cadáver, presidido por Papa Estêvão VI. O papa falecido foi acusado de excessiva ambição pelo cargo papal, e todos os seus atos foram declarados nulos. O cadáver foi despido das vestes pontifícias, e os dedos da mão direita foram amputados. Foi então enterrado em cemitério para estrangeiros, como forma de desonra. Depois, foi novamente exumado, tendo seu corpo jogado no Rio Tibre. Seu corpo fôra recuperado mais tarde, e, por fim, enterrado na Basílica de São Pedro, com vestes papais, junto a outros pontífices mortos, por Teodoro II, e sua memória foi defendida plenamente por João IX.

112- Papa Bonifácio VI (896) – Foi eleito em 11 de Abril de 896 e faleceu 15 dias depois de ser eleito. Foi eleito no meio de um tumulto popular. Enquanto subdiácono e sacerdote tinha, por duas vezes incorrido numa pena de privação de ordens. Num Concílio em Roma, realizado pelo Papa João IX, em 898, a sua eleição foi considerada nula.

113- Papa Estéfano VI (896-897)Morto Bonifácio VI, o partido dos duques de Espoleto elevou ao trono pontifício o romano Estêvão. Com ele entrou em Roma o poder de Lamberto de Espoleto. A mãe deste, a terrível Ageltrudes, fez com que Estêvão reconhecesse como único imperador a Lamberto e reprovasse os atos do finado Papa Formoso. Abusando da condescendência de Estêvão, os partidários de Lamberto instituíram um tribunal que passou à História com o nome de "Sínodo do Cadáver". À presença de Lamberto e da imperatriz-mãe, rodeados de eclesiásticos, foi trazido o cadáver mumificado de Formoso, retirado sacrílegamente de seu ataúde. Foi o corpo assentado num trono e acusado do grande crime de haver aceito ser Papa. Estêvão VI, acabou seus dias aprisionado por seus ex-amigos e estrangulado.

114- Papa Romano (897)Governou a Igreja apenas quatro meses, ao fim dos quais morreria. Condenou abertamente a conduta de seu antecessor, o Papa Estêvão VI, no macabro julgamento do Papa Formoso. Seu primeiro ato foi reabilitar a memória do Papa Formoso, dando-lhe um enterro cristão, uma vez que seu anterior sepulcro fora violado.

115- Papa Teodoro II (897)O curto pontificado durou apenas vinte dias. Era um homem piedoso e amado pelo povo. Levou para o Vaticano o corpo do Papa Formoso, encontrado no Tibre e que estava repousando provisoriamente na pequena igreja de Santa Inês, na cidade de Porto. Conseguiu com sua bondade, reconciliar antigos inimigos do clero e da corrupta Nobreza Romana.

116- Papa João IX (898-900)Reconheceu a validade da eleição do papa Formoso e convocou vários sínodos para restaurar a paz na Igreja. Pôs fim às pilhagens que ocorriam nos palácios dos bispos e do Papa após sua morte. Para evitar novas lutas, repôs a intervenção imperial sobre a consagração dos pontífices.

117- Papa Benedito IV (900-903) - Apesar de bem intencionado, lutou infrutiferamente contra a corrupção e degradação dos costumes do seu tempo, pontificando em meio a uma corrupção generalizada, ódios, intrigas e injustiças. Durante seu pontificado teve que enfrentar situações que requeriam capacidades que ele não possuía. Os húngaros invadiram o norte da Itália e os sarracenos, depois de cruzarem toda a Europa, invadiram o sul da península. Sem socorro militar o Papa e Roma ficaram praticamente indefesos. Em meio a corrupção generalizada, conservou a integridade da Santa Sé. Foi eleito para chefiar a Igreja pela sua generosidade e seu zelo pelo bem público.

118- Papa Leão V (903) Governou a Igreja menos de dois meses. Insatisfeitos com sua eleição, insurgiram, prendendo o Papa, arrastando-o a uma prisão foi morto misteriosamente.

119- Papa Sérgio III (904-911) - Opositor do Papa Formoso, anulou os decretos e ordenações deste. Reivindicou e defendeu os direitos da Igreja contra os senhores feudais. Mandou reconstruir a Basílica de São João de Latrão, destruída por um terremoto em 896. É o primeiro Papa a ser retratado com a Tiara papal. Tinha sido eleito papa no 897 pela primeira vez pelos inimigos do defunto Papa Formoso, mas Lamberto de Espoleto lhe forçou a ceder a sede pontifícia ao João IX. 

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